Fundada em 1987, a Dental Solident atua na distribuição de insumos, equipamentos e instrumentais odontológicos para todas as especialidades. São mais de 10 mil itens que garantem um portfólio completo na odontologia: Dentistica, Endodontia, Cirúrgia, Ortodontia e muito mais.
Toda a operação da empresa está centralizada em São Paulo, com profissionais treinados e capacitados em todas as áreas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Escova gasta pode danificar dentes e gengiva.

É preciso ficar atento para saber se sua escova está sendo uma aliada ou vilã para sua saúde bucal. Quando as cerdas estão gastas e abertas podem passar a machucar a gengiva


Não existe um prazo exato para trocar a escova de dentes, tanto que elas não vêm com prazo de validade na embalagem. Mas é preciso ficar atento para saber se sua escova está sendo uma aliada ou vilã para sua saúde bucal. Quando as cerdas estão gastas e abertas podem passar a machucar a gengiva.

“É muito comum receber pacientes com problemas de retração gengival causada pelo uso de escovas de dente gastas”, diz a dentista Tatiane Machado Buscarilli, da clínica Sorridents. Quando isso ocorre, a gengiva se desloca e deixa a raiz dos dentes exposta. A consequência disso é a sensibilidade dentinária.
Não é só a gengiva que sofre com as cerdas danificadas. É quase automático as pessoas aumentarem a força que aplicam sobre a escova quando já está gasta. Com isso, ocorre um desgaste por atrito na superfície dos dentes. “Com quatro meses de utilização correta, as cerdas já estão gastas, por isso recomendamos a troca a cada três ou quatro meses”, afirma Buscarilli.
As cerdas da escova devem ser escolhidas com cuidado, pois, mesmo quando novas, se não forem as ideais para o dente, podem danificá-lo. Normalmente, opta-se por cerdas macias, que também limpam os espaços entre a gengiva e os dentes. Isso porque, ao contrário do que se pensa, as cerdas duras, em vez de limpar melhor, também provocam retração gengival e desgaste dos dentes. “A qualidade da limpeza está diretamente ligada à forma como a escovação acontece”. Segundo a especialista, o mais indicado é que a escovação seja feita com movimentos circulares e contínuos, sem muita força para não causar lesões.

Acerte o tamanho

Para cada indivíduo existe uma escova dental mais indicada. Isso porque a escova tem que se adaptar ao tamanho da boca e da arcada. Uma dica para escolher qual o modelo ideal é ver se a cabeça da escova alcança os dentes do fundo.
Escova elétrica

A escova convencional não perde em nada para a elétrica. Apesar de o barulhinho lembrar o dentista e isso fazer com que se pense que a limpeza é melhor, este modelo só é indicado para pessoas que tenham problemas motores. “É muito comum os pacientes chegarem ao consultório com este tipo de escova, que muitas vezes até custa mais caro, mas se for mal utilizada, a escova elétrica pode trazer problemas, como lesões”, explica a dentista.
Cinco dicas para a escolha da escova de dentes

1- As cerdas sempre devem ser macias, para não causar lesões.
2- A cabeça da escova deve se adequar ao tamanho da sua boca para limpar bem, inclusive, os dentes localizados ao fundo da boca.
3- Sempre que as cerdas estiverem abertas, é sinal de que a escova deve ser trocada.
4- Nunca escove os dentes com muita força para não causar lesões na gengiva e nos próprios dentes.
5- A escova elétrica somente é indicada para pacientes que tenham algum problema motor e não consigam escovar os dentes corretamente.
Acerte o tamanho. Para cada indivíduo existe uma escova dental mais indicada. Isso porque a escova tem que se adaptar ao tamanho da boca e da arcada. Uma dica para escolher qual o modelo ideal é ver se a cabeça da escova alcança os dentes do fundo.
Não é só a gengiva que sofre com as cerdas danificadas. É quase automático as pessoas aumentarem a força que aplicam sobre a escova quando já está gasta. Com isso, ocorre um desgaste por atrito na superfície dos dentes. Com quatro meses de utilização correta, as cerdas já estão gastas, por isso recomendamos a troca a cada três ou quatro meses.
A escova convencional não perde em nada para a elétrica. Apesar de o barulhinho lembrar o dentista e isso fazer com que se pense que a limpeza é melhor, este modelo só é indicado para pessoas que tenham problemas motores. É muito comum os pacientes chegarem ao consultório com este tipo de escova, que muitas vezes até custa mais caro, mas se for mal utilizada, a escova elétrica pode trazer problemas, como lesões.
Cinco dicas para a escolha da escova de dentes: 1-As cerdas sempre devem ser macias, para não causar lesões. 2-A cabeça da escova deve se adequar ao tamanho da sua boca para limpar bem, inclusive, os dentes localizados ao fundo da boca. 3-Sempre que as cerdas estiverem abertas, é sinal de que a escova deve ser trocada. 4-Nunca escove os dentes com muita força para não causar lesões na gengiva e nos próprios dentes.
fonte 1: saúde Terra.

fonte 2 : http://www.clinicacamiladutra.com.br/blog/?p=302


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Diabetes e a saúde bucal.



Portadores do diabetes têm maior chance de sofrer com doenças gengivais, como gengivite e periodontite,candidíase, xerostomia, úlceras,infecções, halitose, cáries e perda dos dentes.
Foto: Revista Saúde
Quando o paciente está com a doença descompensada, seu sistema imunológico fica deficiente, deixando a pessoa mais vulnerável a processos infecciosos causados por bactérias e fungos. Atividade física e uma dieta alimentar equilibrada são fundamentais para o controle do diabetes.
Já existem profissionais especializados em tratar diabéticos. Por isso, o cirurgião-dentista deve ser avisado pelo paciente logo na primeira consulta. Pessoas com diabetes necessitam de cuidados especiais.
É importante realizar o exame da mucosa, língua e dentes em todas as consultas. Caso o paciente apresente alguma manifestação da doença, o cirurgião-dentista deve encaminhar o paciente ao endocrinologista para avaliação e controle da hipertensão arterial, complicações da doença e medicação utilizada. Além disso, é de extrema importância a solicitação de exames como hemograma, hemoglobina glicosilada e glicemia no início do tratamento.
Esses são os testes para diagnosticar o diabetes:
  • Glicemia: picada no dedo. Dosa o nível de glicose circulante no corpo naquele momento.
  • Hemoglobina glicada: reflete a média de açúcar no sangue dos últimos 60 a 90 dias. O resultado sai em até 48 horas.
  • Tolerância à glicose: são coletadas duas amostras de sangue e, no intervalo entre elas, a pessoa ingere uma solução açucarada. O laboratório compara a taxa de glicose de ambas para revelar a resistência à insulina de cada indivíduo.
Importante: quem tem diabetes é sensível a qualquer tipo de trauma, o que fará aumentar os níveis de cortisol. Esse hormônio, por sua vez, fará a glicemia sumir. Por isso, se esse paciente for submetido a um tratamento bucal de grande extensão, deverá ser avisado de que o percentual de açúcar no sangue poderá aumentar. Além disso, os diabéticos apresentam dificuldade de cicatrização, o que pode se tornar dramático em procedimentos cirúrgicos e no tratamento da doença periodontal*.
*Extraído do livro Abra a Boca, Dr Fábio Bibancos
Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes, Colgate, Revista Saúde, Blog Dr. Drauzio, Portal Terra, Instituto Smile
FONTE: http://www.clinicacamiladutra.com.br/blog/?p=325

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Doenças na gengiva


As doenças que atacam diretamente a gengiva podem estar ligadas a presença da placa bacteriana e são classificadas em dois grandes grupos: Gengivite e Periodontites.


Gengivite 

A gengivite é a inflamação que deixa a gengiva vermelha, inchada e com leves sangramentos quando se faz a escovação ou come algum alimento. Também está associada ao mau hálito e o tártaro. Em alguns casos mais elevados, a gengiva inchada pode cobrir os dentes.


Periodontites 

Essas inflamações atingem as estruturas que suportam os dentes no osso. São, geralmente, acompanhadas pela gengivite sendo que, em seu estágio inicial, nem se nota a diferença entre ambos os problemas e, dessa forma, a pessoa só observa a periodontite quando já está muito avançada. Os dentes começam a ficar frouxos e mudar de posição, além da presença de pus, o mau hálito é constante e podem ocorrer casos de dor.


O tratamento desses dois problemas que surgem nas gengivas é feito através do controle da placa por parte do paciente, escovando os dentes adequadamente e utilizando fio dental diariamente. Com isso, o profissional da periodontia fará a eliminação da placa bacteriana associada à periodontite.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO 
http://www.portaleducacao.com.br/odontologia/artigos/56807/doencas-na-gengiva#ixzz3zs85psGq

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Cuidado com os apetrechos de higiene bucal

Como se sabe, os ambientes mais propícios para proliferação das bactérias são quentes, úmidos e abafados, situação presente na boca.

 
Os cuidados com os apetrechos que você usa para manter sua saúde bucal, também são importantes. Há pelo menos 900 espécies de bactérias capazes de sobreviveram até 24 horas sob as cerdas das escovas dentais, multiplicando-se e entrando em contato novamente a cada escovação feita.

 
Desta forma estamos propiciando uma maior ocorrência de doenças bucais como cáries, doenças ligadas à gengiva e lesões na mucosa. As pessoas tem pouco cuidado na forma em que guardam e mantém suas escovas dentais. Com o fio dental tem-se menos problemas já que ele acaba sendo descartado após o uso, mas cuidados com a embalagem também merecem atenção. Os colutórios bucais, da mesma forma, devem ser usados corretamente. Nada de ficar colocando a tampa do produto na boca e devolvendo-a para o frasco.

 
Dicas para manter seus apetrechos de higiene bucal mais seguros e limpos:

 
1.> A escova dental deve ser lavada após o uso com água corrente, batida na pia para eliminar o excesso de água e borrifada na parte das cerdas com algum agente antimicrobiano, como os colutórios bucais. Há algum tempo tem sido usada à solução de clorexidina a 12 % para assepsia de diferentes utensílios. Após isso, seca-se a escova com papel descartável e acondicione-a em um armário que esteja também livre de umidade e sujeira. Já começa a aparecer no mercado escovas com agentes antimicrobianos nas cerdas, o que garantiriam uma maior segurança. É claro que, ao primeiro sinal de manchas ou algo diferente na escova, se deve trocá-la, lembrando que é obrigatória a troca da mesma em até três meses.

 
2.> O fio dental deve ser retirado da embalagem com as mãos limpas e em seguida fechada a tampa. Deve-se ter cuidado para não deixar entrar água dentro da caixa. Nem deixar beiradas de fio dental do lado de fora da embalagem.

 
3.> Os colutórios para bochecho tem a famosa tampa que a maioria das pessoas usa não só como dosador, mas como meio de transporte do produto à boca. É prático, sem dúvida alguma, mas não é correto. Devem-se ter uns copos pequenos, descartáveis, e usá-los para levar o liquido até a boca. 


Tem um fato importante a lembrar, em conversa com um paciente, ele relatou que foi a uma churrascaria famosa em São Paulo, onde se sentiu à vontade para usar  o colutório para bochecho em galão, disponível aos clientes, com os devidos copos descartáveis no banheiro. Nada disso, sabe-se que coliformes fecais, principalmente após o uso das descargas “voam” por toda a proximidade do vaso sanitário, podendo contaminar tudo a sua volta. Isso serve não só para os lugares públicos, mas também para nossas casas. O assunto pode parecer desagradável, mas é sério.

Odontoma composto e complexo

          Um dos tumores odontogênicos mais comuns na cavidade bucal é o odontoma. São considerados mais como anomalias que ocorrem durante o processo de desenvolvimento de um dente do que uma neoplasia propriamente dita.

     A prevalência do Odontoma é maior do que a soma de todos os outros tumores odontogênicos. Pode ser dividido em dois tipos: Odontoma Composto e Odontoma Complexo.






O Odontoma Cosposto é formado por muitas estruturas pequenas e disformes semelhantes a dentes. Recentemente um caso bem atípico chamou a atenção da mídia mundial. Um






jovem indiano de 17 anos foi operado desta lesão e foram removidas num total de 232 “dentes”.        Claro que a mídia gosta de chamar a atenção para a notícia mas se você observar as estruturas são muito disformes e apenas algumas podem ser consideradas mini dentes ou dentículos como queiram.


       Já o Odontoma Complexo é uma massa aglomerado formado por esmalte e dentina que não lembra a estrutura de um dente. Esta lesão em alguns casos pode aparentar uma mistura dos dos tipos o que na minha opinião é o que se mostra na lesão apresentada pelo garoto indiano (veja as imagens).

        Na grande maioria dos casos de odontoma ele apresenta-se assintomático e o paciente descobre que tem em exames radiográficos de rotina em consultório do dentista.

A remoção do odontoma é feito cirurgicamente e o prognóstico ao paciente após sua remoção é bem favorável

























segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

CURIOSIDADES ODONTOLÓGICAS

Os registros históricos demonstram que com o domínio do fogo e o fato do homem passar a cozinhar os alimentos, associado ao ingresso da dieta à base de amido, começaram as agressões aos dentes e suas conseqüências.
Por muitos séculos o oficio de tratar os dentes era praticado pe los barbeiros e curiosos, foi no século XVIII, devido aos trabalhos do francês PIERRE FAUCHARD que fundou-se a Odontologia moderna.
Foi em 25 de outubro de 1884, um decreto imperial criava as primeiras Faculdades de Odontologia no Brasil.
O ensino superior de Odontologia no Brasil é muito semelhante a escola Americana, ou seja, o profissional é preparado em média por 4 a 5 anos com estudos específicos na área de Odontologia, associados a conhecimentos médicos gerais.


Outras Informações Importantes
O Órgão que regula a atividade da Odontologia é o Conselho Federal de Odontologia com sede no Rio de Janeiro, nos esta dos como o Rio Grande do Sul existe o Regional- CROIRS, em Porto Alegre.
ABO- Associação Brasileira de Odontologia é maior associação com objetivos científicos que promove eventos no Brasil para a chamada educação continuada dos profissionais, é claro existem outras nacionais e regionais com os mesmos propósitos. A ABO/RS é a secção no estado do Rio Grande do Sul da ABO/Nacional, com sede em Porto Alegre.

A Odontologia possui as seguintes Especialidades: 
Cirurgia
Dentística
Endodontia
Odontologia Legal
Odontologia em Saúde Coletiva
Odontopediatria
Ortodontia e Ortopedia Facial
Patologia Bucal
Periodontia
Prótese Buco- Maxilo-Facial
Prótese Dentária
Radiologia
Implantodontia
Estomatologia

Endodontia: É a parte da Odontologia que estuda todas as relações do órgão pulpar (polpa-nervo), com as demais estruturas do dente, cavidade oral, cabeça e do homem como um todo indivisível.
Anamnese: Esta palavra possui um significado muito importante para você cliente e para nós profissionais, pois é como podemos conhecer a sua saúde, suas particularidades, suas experiências anteriores em saúde e tratamentos. Através da anamnese tomamos conhecimento das informações particulares do paciente. Estas devem ser registradas pelos profissionais em suas fichas de consultório. Quem for alérgico ou sensível a qualquer substância deve quando em Anamnese referir ao seu profissional. Existem várias drogas que causam hipersensibilidade, por exemplo, a Penicilina, o AAS, o camarão etc.



FONTE:  https://www.abcdasaude.com.br/odontologia/curiosidades-da-odontologia

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Herpes Labial: Sintomas, Transmissão e Tratamentos


Doença contagiosa que não tem cura

Muitos pacientes chegam ao consultório com as feridas herpéticas, mas não sabem o que são. Acham muitas vezes que alguma ferida causada por bichos como aranhas enquanto estão dormindo (popular xixi de aranha). E é aí que mora o perigo.


Por não terem informações suficientes não tomam os devidos cuidados durante a fase de transmissão da doença e por vezes procuram orientações em farmácias que não diagnosticam a doença e consequentemente não a tratam, passam pomadas que aliviam os sintomas, mas sem o componente necessário para o tratamento.


O herpes labial é uma doença contagiosa causada pelo vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1). O paciente contaminado pelo vírus Herpes Simplex tipo 1 habitualmente apresenta feridas dolorosas nos lábios, porém a infecção também pode acometer a gengiva, faringe, língua, céu da boca, interior das bochechas e, às vezes, a face e o pescoço.


O vírus Herpes Simplex tipo 1 pode também causar lesões nos órgãos genitais, sendo transmitido através da prática de sexo oral. Todavia, o herpes genital é mais comumente causado pelo vírus Herpes Simplex tipo 2 (HSV-2), que apresenta mais facilidade em se multiplicar na pele da região genital do que na cavidade oral.


Em geral, 80% dos casos de herpes labial são causados pelo vírus Herpes Simplex tipo 1 e 20% pelo vírus Herpes Simplex tipo 2. O inverso ocorre com o herpes genital, onde o vírus HSV-1 causa apenas 20% das infecções contra 80% do vírus HSV-2.


Transmissão

O vírus Herpes Simplex só causa doença no ser humano. A sua transmissão se dá pelo contato entre pessoas, através da saliva, perdigotos (gotículas de saliva geralmente de espirros), pele ou lábios do paciente contaminado. Quando há lesões visíveis do herpes, a quantidade de vírus na cavidade oral aumenta cerca de 1000 vezes, o que torna a transmissão nesta fase muito mais provável de ocorrer.


Entretanto, não é somente durante as crises que a Herpes Labial pode ser transmitido. De tempos em tempos o vírus aparece na saliva, mantendo o paciente contagioso por alguns dias, mesmo quando não há lesão ativa do Herpes. Se selecionarmos aleatoriamente 100 pessoas portadoras do vírus HSV-1, assintomáticas no momento, poderemos encontrar o vírus nas secreções orais de até 15 delas.


Há diversas formas de transmissão do herpes labial, no adultos as mais comuns são através do beijo ou de talheres e copos contaminados. Porém, a maioria das pessoas se contamina com o vírus HSV-1 ainda na infância, quando o contato com secreções orais é muito comum.


Sintomas

Nem todas as pessoas portadoras do Vírus desenvolverá a doença logo após a contaminação, apenas 20% desenvolverá em forma de lesões primárias, que são dolorosas e podem apresentar febre, mal-estar, perda do apetite, dor de garganta e aumento dos linfonodos do pescoço. Nas crianças é comum haver gengivite (inflamação da gengiva), enquanto no adulto uma faringite forte, com pus e úlceras na faringe e nas amígdalas é o sintoma mais comum da infecção primária pelo vírus HSV-1. O quadro costuma durar até 2 semanas e desaparece espontaneamente. Os outros 80% dos indivíduos podem permanecer com o vírus “adormecido" por vários anos.


Após a lesão primária ter desaparecido, o vírus não morre, ele permanece vivo em nosso corpo, adormecido nas células dos nossos nervos, à espera de uma baixa do sistema imunológico para voltar a atacar.


As típicas lesões do herpes labial surgem nas reativações do vírus. O quadro é mais tranquilo, menos doloroso e dura no máximo 7 dias.


O paciente pode começar a receber sinais de que o herpes labial vai surgir de 6 a 48 horas antes do surgimento das lesões que geralmente vem em forma de formigamento, dor ou coceira nos lábios.


As lesões do herpes labial surgem inicialmente como pequenas elevações avermelhadas e dolorosas que rapidamente se transformam em bolhas agrupadas. Estas bolhas viram pequenas vesículas (bolhas com pus no interior) e estouram, se transformando em úlceras. A ulceração é a última fase da lesão ativa, cicatrizando em alguns dias, sob a forma de crostas.


Tratamentos

O Herpes Labial não tem cura. O tratamento visa amenizar os sintomas, diminuir o ciclo acelerando a cicatrização.


O ideal é procurar um auxílio especializado, Cirurgião Dentista por exemplo, para avaliar as recorrências e a intensidade dos sintomas e assim passar o melhor tratamento.


Existem os antivirais por via oral (comprimidos) e em pomadas. Além do Tratamento com Laserterapia associado à Técnica do PDT, no consultório odontológico.


O Laser para o tratamento da Herpes tem obtido grandes resultados e garantido mais conforto aos pacientes, principalmente aqueles que tem muitas recorrências ao longo do ano. Hoje o Laser é a tecnologia mais avançada para tratamento destas lesões (e outras, como as aftas).


Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.



Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO -
Artigo por Felipe Barros Matoso

Estudo comprova risco de contaminação em jaleco



Pesquisa realizada em Jerusalém encontrou patógenos potenciais em 63% dos uniformes. Lavar as mãos mais vezes ajuda a evitar contaminações. 

Um estudo publicado no American Journal of Infection Control concluiu que germes perigosos podem se esconder nos uniformes de profissionais da saúde. A pequisa reacende a polêmica envolvendo o uso de jalecos fora do ambiente hospitalar. Pesquisadores do Shaare Zedek Mecical Centerin de Jerusalém fizeram culturas de três manchas de uniformes de 75 enfermeiras e 60 médicos trabalhando num hospital com 550 leitos. Patógenos potenciais foram encontrados em 63% dos uniformes. Também foram encontradas bactérias resistentes a antibióticos em amostras de 14% dos uniformes das enfermeiras e 6% dos uniformes dos médicos. Oito das culturas se desenvolveram como Estafilococos Aureus resistentes à meticilina.
 
        
Não lavar as mãos com frequência pode contribuir para a propagação da bactéria, disseram os autores do estudo, acrescentando que ela pode ser transmitida a pacientes por outros meios e não apenas pela roupa. Observaram também que, embora muitos médicos e enfermeiras que contribuíram para o estudo achassem que seus uniformes estavam perfeitamente limpos, nem sempre esse era o caso. Os autores notaram que lavar a mão mais vezes ajuda no controle das bactérias nos uniformes, assim como a troca de uniformes limpos diariamente e a lavagem adequada da roupa. Os autores mencionaram ainda que jalecos de manga curta também podem oferecer uma proteção extra.
Lei de SP prevê multa de R$ 174
O uso de jaleco ou avental fora do local de trabalho está proibido no Estado de São Paulo desde junho, quando a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado. A infração está sujeita à multa - estipulada em 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo, ou seja, R$174,50, atualmente. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado.